A entrevista exclusiva entre Dan Farah e o jornalista Scott Schneider, da Fox 32 Chicago, aprofunda de forma clara o que o diretor buscou revelar em The Age of Disclosure. O documentário reúne mais de duas dúzias de autoridades americanas falando abertamente sobre UAPs, sigla para Fenômenos Anômalos Não Identificados. Farah está em plena maratona de divulgação, participando de vários programas e podcasts, e esta conversa em Chicago é uma das que melhor detalham a lógica e as descobertas centrais do filme.
Logo no início, Farah afirma que não pretendia provocar uma revolução política, mas simplesmente buscar a verdade. Ele explica que passou quatro anos entrevistando fontes oficiais e percebeu que lidava com informações sensíveis e historicamente mantidas longe do público. Segundo o diretor, o filme revela cerca de oitenta anos de sigilo e expõe como o estigma em torno do tema foi criado nos anos 1940 e 1950 para afastar investigadores e jornalistas.
Farah conta que entrevistou apenas pessoas com acesso real a informações governamentais, como ex-secretários de Defesa, ex-diretores de Inteligência Nacional e senadores atuantes. São essas autoridades que descrevem os chamados observáveis, termo usado por militares para indicar características de voo impossíveis para a tecnologia humana atual. Ele cita aceleração instantânea, mudanças bruscas de direção e o comportamento transmídia, que significa viajar entre ar, oceano e espaço sem transição aparente.
A entrevista entra então no ponto mais delicado: a ideia de uma corrida tecnológica secreta. Segundo Farah, várias fontes relatam que Estados Unidos, China e Rússia competem para realizar engenharia reversa, processo de desmontar algo para entender como funciona, aplicada a materiais que seriam de origem não humana. Algumas autoridades descrevem esse esforço como um “Projeto Manhattan turbinado”, dada a possibilidade de que essa tecnologia altere profundamente o equilíbrio de poder global.
Farah também compartilha sua convicção de que o fenômeno envolve múltiplas inteligências não humanas, cada uma com intenções diferentes. Ele diz que algumas parecem neutras e outras podem observar com preocupação o avanço tecnológico e militar humano. Para o diretor, essa reflexão é inevitável quando se consideram os depoimentos que reuniu, mas ele evita qualquer conclusão alarmista.
Ao ser questionado sobre transparência, Farah afirma que não espera que o governo revele absolutamente tudo, mas acredita que os fatos essenciais devem ser admitidos. Isso inclui reconhecer a existência de vida inteligente não humana, a recuperação de materiais e os esforços de engenharia reversa. Ele diz que esse nível de clareza é possível e necessário.
O momento mais forte da entrevista ocorre quando Farah afirma acreditar que o filme pode levar um presidente americano a declarar publicamente que “não estamos sozinhos no universo”. Ele relata ter recebido mensagens de autoridades que consideram o documentário um ponto sem retorno. Para ele, depois de tantos depoimentos credenciados apresentados de maneira tão clara, “não há mais como colocar o gênio de volta na garrafa”.
Diante de tudo isso, fica uma pergunta direta para você. O que achou da entrevista de Dan Farah e, se já viu o documentário, qual foi sua impressão sobre o que ele apresenta? As revelações parecem convincentes, exageradas ou apenas o início de uma conversa maior?
Fontes:
https://www.youtube.com/watch?v=tuEhY9Cl1YE
https://www.youtube.com/fox32chicago







