A deputada federal norte-americana Anna Paulina Luna fez uma das declarações mais diretas já registradas por um membro em exercício do Congresso dos Estados Unidos sobre o tema da inteligência não humana. Em entrevista recente, Luna afirmou de forma literal: “Seres interdimensionais são reais.”
🚨👽 CONGRESSWOMAN DROPS BOMBSHELL ON NON-HUMAN INTELLIGENCE ⚠️
— Night Sky Now (@NightSkyNow) January 21, 2026
U.S. Congresswoman Anna Paulina Luna says “interdimensional beings” are real — and claims she can’t reveal more without violating national security protocols. This makes her the second sitting member of Congress to… pic.twitter.com/2lHfkeyvQ0
Durante a conversa, a congressista deixou claro que sua convicção não se baseia em especulação. Ao ser questionada sobre a origem dessa afirmação, declarou: “Eu vi informações que confirmam a existência de inteligência não humana.” A fala indica, segundo ela, acesso direto a dados e materiais classificados.
Luna também explicou por que não apresenta essas informações ao público. Suas palavras foram objetivas: “Eu não posso entrar em detalhes sobre o que eu vi sem violar protocolos de segurança nacional.” O termo segurança nacional se refere às regras legais que protegem informações consideradas sensíveis para a defesa do Estado norte-americano.
O entrevistador buscou esclarecer o alcance da declaração e perguntou: “Então você está dizendo que isso não é apenas especulação, você realmente viu evidências?” Em seguida, reforçou: “E você está limitada no que pode dizer por causa da segurança nacional?” As respostas da deputada mantiveram o mesmo tom de cautela.
Em outro momento, Luna fez uma acusação direta sobre resistência interna à divulgação dessas informações. Segundo ela, “existem pessoas dentro da comunidade de inteligência e do Pentágono que estão ativamente tentando impedir que isso venha a público.” A comunidade de inteligência inclui agências como CIA e NSA, enquanto o Pentágono é a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
Com essa fala, Anna Paulina Luna se torna a segunda parlamentar em exercício a afirmar publicamente que teve contato com evidências consideradas incontestáveis de inteligência não humana. Ainda assim, nenhuma prova foi apresentada ao público, e todas as declarações permanecem baseadas em informações classificadas.
O episódio intensifica o debate em torno dos UAP, Fenômenos Anômalos Não Identificados, termo oficial usado hoje pelo governo dos Estados Unidos para relatar objetos ou fenômenos aéreos que não podem ser explicados de imediato. As declarações ampliam a pressão política por transparência, ao mesmo tempo em que reforçam os limites impostos pelo sigilo estatal.







