Piloto de elite da Força Aérea relata combate aéreo com UFO e revela encontros durante carreira militar

Um piloto de elite da Força Aérea dos Estados Unidos veio a público para relatar encontros diretos com UFOs (objetos voadores não identificados), incluindo um episódio que ele descreve como um combate aéreo a curta distância com um objeto de comportamento totalmente fora dos padrões conhecidos da aviação.

O relato foi feito por Ryan Bodenheimer, tenente-coronel da reserva, veterano de mais de 70 missões de combate no Afeganistão e ex-piloto de caças como o F-15E Strike Eagle e o F-16. Em seu currículo está também a passagem pelos Thunderbirds, o esquadrão oficial de demonstração aérea da Força Aérea dos EUA, formado apenas por pilotos de elite responsáveis por voos de altíssima precisão em formações extremamente próximas durante apresentações públicas.

Segundo Bodenheimer, os episódios ocorreram em diferentes fases da carreira, tanto em missões militares quanto mais tarde na aviação comercial. O caso mais impressionante teria acontecido durante um voo de treinamento próximo à Base Aérea de Nellis, em Nevada, quando ainda integrava o ambiente operacional da Força Aérea.

Durante uma aproximação em formação, ele afirma ter observado um objeto em formato triangular, metálico, sem cockpit visível e com aparência claramente projetada para velocidade. O objeto teria passado muito próximo ao caça, em alta velocidade, realizando uma manobra típica de combate aéreo aproximado, algo que, segundo o piloto, não corresponde a nenhum tipo de aeronave conhecida.

O objeto, descrito como relativamente pequeno — possivelmente do tamanho de um cortador de grama —, apresentava extrema agilidade e precisão. A proximidade foi tamanha que Bodenheimer relata ter sentido que a manobra foi intencional. Apesar disso, não houve confirmação posterior por sensores externos nem explicação oficial para o ocorrido.

Além desse episódio, ele afirma que encontros com objetos anômalos eram relativamente comuns durante missões de treinamento na costa leste dos Estados Unidos. Nessas ocasiões, sensores avançados detectavam orbes, objetos esféricos luminosos que se moviam independentemente do vento e, em alguns casos, desapareciam subitamente durante o rastreamento. Relatórios internos chegaram a ser registrados, mas o piloto afirma não saber qual foi o destino dessas informações.

Já em 2024, durante sua fase como piloto comercial, Bodenheimer descreve outro encontro marcante. Ele e outro piloto observaram um objeto quadrado, luminoso, com bordas pulsantes, aproximando-se da aeronave a cerca de 100 metros. O objeto não apresentava características aerodinâmicas, não possuía cabos ou sinais de balão e manteve orientação estática durante todo o deslocamento. O caso foi comunicado ao controle de tráfego aéreo por meio de um PIREP, que é um relatório feito por pilotos para alertar outras aeronaves sobre situações incomuns.

Bodenheimer destaca que sempre existiu forte estigma dentro da Força Aérea em relação a esse tipo de relato. Em ambientes de alta pressão, como esquadrões de caça, admitir ter visto algo que outros pilotos não viram pode levantar dúvidas sobre segurança operacional. Isso ajuda a explicar por que muitos relatos acabam restritos a registros confidenciais ou conversas privadas.

Segundo ele, esse cenário começou a mudar recentemente, com maior abertura pública e institucional para o tema dos UFOs. O piloto reforça que aviadores militares são testemunhas treinadas, acostumadas a identificar aeronaves, drones, balões e fenômenos naturais, o que torna esses relatos difíceis de descartar como simples enganos.

Sobre a origem dos objetos, Bodenheimer afirma não enxergá-los como uma ameaça direta. Em sua avaliação, se fossem hostis, já teriam provocado perdas militares significativas. Ele levanta a possibilidade de que o fenômeno esteja ligado a algum tipo de estímulo ao avanço tecnológico, criando pressão competitiva semelhante à que impulsionou grandes saltos científicos e militares ao longo da história.

Ao tornar públicos seus relatos, o piloto diz esperar que outros aviadores, especialmente da Força Aérea, se sintam mais seguros para falar. Para ele, normalizar o tema é um passo essencial para compreender um fenômeno que, segundo suas palavras, “não se comporta como nada que a aviação convencional conhece hoje”.

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